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19.2.12

Los skaters y las obras en la marquesina del Parque Ibirapuera en São Paulo

© Cemporcentoskate, foto: Marcos Hiroshi.

Desde el 2010 que la marquesina (marquise) del Parque del Ibirapuera está en obras de mantención, pero las lluvias de febrero en São Paulo han provocado una invasión de skaters por espacios cubiertos para su ejercicio urbano. Además es conocido que ese famoso espacio público cubierto, diseño de Oscar Niemeyer, ha sido un tradicional paseo de los paulistas de todas las edades, pero con una especial convocatoria de aquellos que practican deportes rodados: ciclitas, rollers y skaters.

A contiuación dos noticias sobre la "ocupación" de las obras del Ibirapuera:

Vía Cemporcentoskate.

Ocupação pública no Ibirapuera.
Por Marcos Hiroshi. 13/02/2012

Os dias de chuvas em São Paulo tem sido o responsável por um aumento significativo no stress entre skatistas, pois as opções para andar são praticamente inexistentes. Um dos poucos locais protegidos da chuva para quem quer bater o tail neste clima é a Marquise, do Parque do Ibirapuera. Mas fazem alguns meses que a Marquise passa para um reforma geral, que reduziu o espaço para prática a um pequeno espaço coberto e sem luz apropriada para a prática noturna.

Como o número de skatistas sedentos para uma sessão seca é muito grande para o pequeno espaço liberado, muitos skatistas estão ultrapassando a barreira que separa a parte em obras da Marquise para ter um espaço maior para pratica, já que o chão esta praticamente pronto, e apenas o teto está em obras. Os skatistas que entram neste espaço cercado, utilizam alguns materiais da reforma para construção de obstáculos skatáveis. Palcos, rampas e gaps surgiram no novo espaço que foi invadido pelos skatistas e agora deixam as sessões de skate na Marquise do Ibirapuera muito mais interessantes.

Como uma cidade com as proporções de São Paulo não possui um espaço público adequado para prática do skate em dias de chuva, os próprios skatistas vão se adaptando e adequando com o pouco que se tem.


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Vía Ágora - Folha de São Paulo.

Reforma da marquise do parque Ibirapuera atrasa.
19/02/2012

Onde antes havia dezenas de skatistas, patinadores, dançarinos de break e excursões escolares, hoje há um espaço vazio, com cara de abandono, coberto por tapumes brancos já pichados.

Trata-se da marquise do parque Ibirapuera (zona sul), estrutura de 26 mil m2 também projetada por Oscar Niemeyer e tombada pelos órgãos de proteção ao patrimônio municipal e estadual.

O local está em obras desde abril de 2010. As reformas deveriam ter terminado em janeiro deste ano, mas, até hoje, menos da metade de todo o comprimento da marquise recebeu um forro novo.

Por isso, o contrato com a construtora RR Compacta foi prorrogado até junho --e o valor das obras, que era de R$ 10,7 milhões, passou para R$ 14 milhões, "devido às demandas normais que ocorrem em intervenção desse tipo", segundo a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, responsável pela obra.

O que se vê hoje é uma marquise com um forro descascando, cheio de infiltrações, mofo e buracos, além de fios soltos em alguns locais. Perto do Museu Afro Brasil, há um barulho de água minando sobre o teto ininterruptamente.

Tudo está interditado por tapumes, menos uma área em frente ao restaurante The Green, que usa parte da marquise para colocar as mesas.

Ali é o único espaço --pequeno-- onde skatistas ainda conseguem se reunir, embora debaixo de um teto no mesmo estado em que se encontra o do trecho interditado.

"Antes vinha bastante gente aqui, era ponto de encontro. Hoje, o pessoal nem vem mais", diz o estudante Daniel Matsumoto, 28 anos, que pratica skate na marquise três vezes por semana, e era o único lá na tarde de anteontem. "A gente não vê ninguém trabalhando, parece abandonado." Uma funcionária do parque, que preferiu não se identificar, também disse que a obra ficou parada um tempo.

[...]

31.12.10

LO MEJOR DEL AÑO, LA BIENAL DE SÃO PAULO

Lo mejor de este año ha sido la Bienal de São Paulo, y su entorno, incluida la Paralela. Es muy gratificante poder ver arte contemporáneo que incluye la arquitectura como una de sus artes. Lamentablemente la arquitectura por otro lado se ha vuelto demasiado hermética y ha dejado el arte de lado, como si no fuese parte de su espiritu, me refiero por ejemplo a la Bienal de Arquitectura de Santiago de Chile. Siempre he dicho que las bienales son tradición, y no puedes hacer una Bienal, sin reconocer las anteriores, y allí es donde gana São Paulo, en su continuidad de tradición, lo que no implica que no hayan rupturas.

Quiero mostrar algunos "destaques" o destacados de lo que fue la Bienal en el Parque del Ibirapuera para evidencia la interacción de arte y arquitectura.

Una vista aérea del Parque del Ibirapuera, una experiencia modernista por si misma.

La Marquise o Marquesina, obra de Niemeyer, un referente de la arquitectura y un gran parque motriz.

La realidad por sobre la marquesina.

El Pabellón de la Bienal, en su espacio que se conecta al parque, proyectada como una plaza abierta.

La obra se Susan Philipsz, que juega con la trama de celosias en blanco y negro, colocando la banderas de los paises en grises.

Uno de los homenajes de la Bienal, el grupo japonés High Red Center, y una obra donde participa el Hotel Imperal de Tokyo de Frank LLouyd Wright.

El Pabellón con la intervención de un muro en cartón de Carlo Bunga.

El otro lado de Carlos Bunga, el cartón como estructura, recordando al arte povera.

La instalación arquitectónica laberíntica de Dardot Morais.

Los interiores del laberinto de Dardot Morais.

Una de las obras polémicas de la Bienal, Nuno Ramos con sus jotes enjaulados y sus volúmenes escultóricos de tierra.

Los volúmenes de tierra hechos in situ por Nuno Ramos.

La luminosidad del pabellón de la Bienal sobre los black box de Marta Bogea que surgen de las trazas geométricas sobre el edificio de Niemeyer.

El diseño del montaje de Bogea, armaron una estructura laberíntica que sorprendían al visitante, obligándolo a investigar.

Un clásico de Helio Oiticica de 1970, la instalación "Ninhos", que en castellano significa nidos, una serie de espacios para domir, un gran mini hotel con mucha eroticidad.

Los UN Studio, Ben van Berkel y Caroline Bos, diseñaron el pabellón de las conferencias, con una arquitectura fluida.

La arquitectura digital de UN Studio llevada al corazón de Niemeyer.

La arquitectura liquida de los medios, recuerda las obras de Hadid, que a la vez homenajea a Niememyer.

La arquitectura contemporánea holandesa en el centro de la Bienal.


La iluminación confería una experiencia atmosférica al pabellón de conferencias de UN Studio.

La obra de Carlos Garaicoa incluía una serie de edificios donde habían realizado torturas en gobiernos dictatoriales, e incluyó el modernista Estadio Nacional en Santiago de Chile.

El artista chileno, formado como arquitecto, Alfredo Jaar expuso su obra "Los ojos de Gutete Emerita", basada en la acumulación de diapositivas de una fotografía de ojos sobre una enorme mesa de luz.

Una de la joyas arquitectónicas de la Bienal, la presencia de originales del Grupo Archigram, los ingleses pop, que llevaron a un extremo la cultura del consumo y de la tecnología con un lenguaje único, abstracto que hace uso de la publicidad y de la gráfica.

Archigram con parte de su proyecto para la Ciudad Instantánea.

Icarus, la invención futurista de un centro de lanzamiento aeroespacial de Kiluanji Ki Heenda, basada en arquitecturas que son elefantes blancos en Africa.

La arquitectura vegetal de Henrique Oliveira, irrumpiendo como las raices de la selva en las ruinas.

La experiencia espacial de un grillo o de un Ewok en la arquitectura orgánica de Oliveira, lograda mediante capas de madera laminada.


Las articulaciones en el interior de las raices de la madera.


Como remate, el videoarte de Tamar Guimarães en la Casa de las Canoas de Niemeyer en Rio de Janeiro, donde se contrastan el espacio de los sirvientes y de los invitados a una fiesta de glamourm usando actores de teleserie y con un guión que no relata nada sino es una excusa para detenerse a ver como se usa el espacio por personas ricas y pobres.

9.8.10

29ª Bienal de São Paulo / 25 setembro - 12 dezembro 2010



A 29ª Bienal de São Paulo está ancorada na ideia de que é impossível separar a arte da política. Essa impossibilidade se expressa no fato de que a arte, por meios que lhes são próprios, é capaz de interromper as coordenadas sensoriais com que entendemos e habitamos o mundo, inserindo nele temas e atitudes que ali não cabiam e tornando-o, assim, diferente e mais largo.

A eleição desse princípio organizador do projeto curatorial se justifica por duas principais razões. Em primeiro lugar, por viver-se em um mundo de conflitos diversos, onde paradigmas de sociabilidade são o tempo inteiro questionados, e no qual a arte se afirma como meio privilegiado de apreensão e simultânea reinvenção da realidade. Em segundo lugar, por ter sido tão extenso esse movimento de aproximação entre arte e política nas duas últimas décadas, se faz necessário, novamente, destacar a singularidade da primeira em relação à segunda, por vezes confundidas ao ponto da indistinção.

É nesse sentido que o título dado à exposição, “Há sempre um copo de mar para um homem navegar" – verso do poeta Jorge de Lima tomado emprestado de sua obra maior, Invenção de Orfeu (1952) –, sintetiza o que se busca com a próxima edição da Bienal de São Paulo: afirmar que a dimensão utópica da arte está contida nela mesma, e não no que está fora ou além dela. É nesse “copo de mar” – ou nesse infinito próximo que os artistas teimam em produzir – que, de fato, está a potência de seguir adiante, a despeito de tudo o mais; a potência de seguir adiante, como diz o poeta, “mesmo sem naus e sem rumos / mesmo sem vagas e areias”.

Por ser um espaço de reverberação desse compromisso em muitas de suas formas, a mostra vai pôr seus visitantes em contato com maneiras de pensar e habitar o mundo para além dos consensos que o organizam e que o tornam ainda lugar pequeno, onde nem tudo ou todos cabem. Vai pôr seus visitantes em contato com a política da arte.

A 29ª Bienal de São Paulo pretende ser, assim, simultaneamente, uma celebração do fazer artístico e uma afirmação de sua responsabilidade perante a vida; momento de desconcerto dos sentidos e, ao mesmo tempo, de geração de conhecimento que não se encontra em nenhuma outra parte. Pretende, por tudo isso, envolver o público na experiência sensível que a trama das obras expostas promove, e também na capacidade destas de refletir criticamente o mundo em que estão inscritas. Enfim, oferecer exemplos de como a arte tece, entranhada nela mesma, uma política.

Equipe Curatorial

Com curadoria de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, a 29ª Bienal de São Paulo conta, ainda, com um grupo de curadores convidados de procedências diversas, os quais contribuem para que o projeto tenha amplitude e densidade compatível com a vocação internacional que a instituição possui desde sua origem, são eles: Fernando Alvim (Angola), Rina Carvajal (Venezuela / Estados Unidos), Yuko Hasegawa (Japão), Sarat Maharaj (África do Sul / Reino Unido) e Chus Martinez (Espanha).

O Lugar e o Tempo da Mostra

A exposição contará com cerca de 160 artistas de diversas partes do mundo, sem tomar a origem territorial como valor de seleção. Nesse sentido, reafirma-se a abolição das chamadas representações nacionais, traço característico da Bienal de São Paulo até poucos anos, mas que não mais traduz a complexa rede de migrações e de trânsitos que marca a vida contemporânea. É importante para a 29ª Bienal de São Paulo, porém, enfatizar o lugar e o tempo a partir dos quais ela é organizada: desde o Brasil e desde um momento de rápida reorganização geopolítica do mundo.

Bienal Estendida

O projeto aqui anunciado não se esgota na apresentação de um conjunto articulado de obras, embora este seja, é evidente, seu núcleo e seu lugar de destaque. Tampouco se comprime apenas nas datas em que a exposição estará aberta. A 29ª Bienal de São Paulo se estenderá a várias outras partes, e começa desde agora. Por meio de seu programa educativo, de atividades discursivas, de residências artísticas e de seu website, ela se afigura como um projeto múltiplo que aposta na arte como forma de conhecer e mudar o mundo de uma maneira única.


Lista Oficial dos Artistas das 29ª Bienal de São Paulo


Calendário

20 de setembro de 2010
9 às 17h - Pré-abertura para imprensa

21 de setembro de 2010
9 às 17h - Imprensa
19h - Pré-abertura para convidados

22 a 24 de setembro de 2010
19h - Abertura para convidados

22 e 23 de setembro de 2010
Manhã e tarde - Professores (Programa Educativo)

25 de setembro de 2010
10h - Abertura ao público

12 de dezembro de 2010
Encerramento

Horários de funcionamento
De 2ª a 4ª feira: das 9 às 19h.
5ª e 6ª feira: das 9 às 22h.
Sábado e domingo: das 9 às 19h.

Entrada gratuíta

Via Bienal de São Paulo

25.6.10

ANDREAS GURSKY

Las fotografías del alemán Andreas Gursky muestra una realidad que muchas veces se muestra como irreal, su capacidad de encuadre de las especiales escenas permite ser partícipe de historias de la densidad, así a pesar de que en muchos casos las fotos son planos totalmente frontales, logra capturar lo profundo del espacio. Además me he encontrado con esta foto del edificio COPAN en São Paulo, obra de Oscar Niemeyer, que fue recuperado, ya que había sido por mucho tiempo una favela en altura, lo que allá llaman un "cortiço", y esta foto de Gursky seguro data de cuando estaba ocupada de esa forma.

21.4.10

La joven Brasilia cumple 50 años, un aniversario de la modernidad


Brasilia, la joven capital de Brasil, inició sus obras en 1956, y el 21 de abril de 1960 fue inaugurada. Su plan urbano fue proyectado por el arquitecto Lucio Costa (1902-1998), en un concurso convocado para ese fin, mientras que gran parte de los edificios fueron diseñados por Oscar Niemeyer, y los jardines fueron diseñados y hechos por el paisajista Roberto Burle Marx (1909-1994). La obra fue impulsada por el ex presidete Juscelino Kubitschek (1902-1976), bajo su famoso lema "50 años de progreso en 5 años de gobierno".