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10.3.17

Barragán, reinventor de la arquitectura mexicana


Gif animado realizado por Claudio Galeno a partir de fotografías de la Casa Gilardi publicadas en la revista L'Architecture D'Aujourd'hui nº208 de abril de 1980 en Archivo CGaleno.

Vía La Capital.

Nacido en Guadalajara, Jalisco, el 9 de marzo de 1902, Barragán se graduó como ingeniero civil y arquitecto en 1925.

Luis Barragán, el único arquitecto mexicano que ha ganado el Premio Pritzker (1980), supo retratar en su obra el imaginario nacional más allá de lo obvio. Con la inspiración de los colores vivos y el uso de elementos de la arquitectura vernácula, desarrolló nuevos conceptos espaciales que hicieron de su obra todo un referente para muchas generaciones.

Nacido en Guadalajara, Jalisco, el 9 de marzo de 1902, Barragán se graduó como ingeniero civil y arquitecto en 1925, tras lo cual realizó un viaje de dos por Europa, lo que cambió definitivamente su visión del urbanismo y el uso de jardines.

Ya en México, de 1945 a 1952, desarrolló el proyecto de planificación y urbanismo de los Jardines del Pedregal, fraccionamiento en el que diseñó espacios al aire libre y obras ornamentales como fuentes y rejas.Además, estableció reglas de construcción a fin de crear un ambiente armónico y salvaguardar la belleza del paisaje.

Barragán también realizó el proyecto de planificación del fraccionamiento Las Arboledas, al norponiente de la Ciudad de México, y participó en la creación del Club de Golf La Hacienda. En 1957 creó, junto con Mathias Goeritz, las Torres de Satélite.

En 1948 creó su casa-estudio, un proyecto que conjuga todos sus preceptos, con un juego de planos horizontales y verticales donde el cubo es un elemento redundante, y se establece un juego maestro entre el uso de luz natural, las texturas rugosas y los colores vivos, que en conjugación con los espacios al aire libre destinados para la contemplación dio origen al concepto de arquitectura emocional.La trascendencia de este proyecto a nivel internacional hizo que la UNESCO lo incluyera en 2004 en su lista de Patrimonio Mundial.

Otras de las obras sobresalientes del arquitecto jalisciense son la Capilla de las Capuchinas (1953), Cuadra San Cristóbal y Fuente de los Amantes (1969) y la Casa Gilardi (1976).

En 1976 el Museo de Arte Moderno de Nueva York presentó la primera exposición sobre su obra, lo que lo proyectó a nivel internacional. Ese mismo año, recibió en México el Premio Nacional de Ciencias y Artes. Cuatro años después, ganó el Premio Pritzker, que es el reconocimiento internacional más importante en el ámbito de la arquitectura.

En 1985 recibió el Premio Jalisco y el Museo Tamayo de la Ciudad de México realizó una gran exposición retrospectiva de su obra. Dos años después, recibió el Premio Nacional de Arquitectura.

Luis Barragán murió el 22 de noviembre de 1988 en su casa-estudio, ubicada en Tacubaya, en la Ciudad de México.

8.11.15

Morreu Pancho Guedes, arquitecto moderno, excêntrico, desconcertante e livre

Vía Público.



Por Lucinda Canelas

Fechar Pancho Guedes numa só categoria da história da arquitectura é “negar” Pancho Guedes. O arquitecto que se dizia também e sempre artista plástico, morreu este sábado, aos 90 anos.

Gostava de dizer que a arquitectura não tinha de ser “chata” e orgulhava-se de desenhar edifícios que criavam grande perturbação nas cidades onde eram construídos. Pancho Guedes, arquitecto ecléctico e artista livre, morreu este sábado na fazenda onde vivia, na África do Sul, junto da sua filha mais nova, Kitty. Tinha 90 anos e, segundo a família, não lhe eram conhecidas complicações de saúde.

“Era uma pessoa extraordinária, cuja arquitectura não tem igual em África”, disse ao PÚBLICO Jorge Figueira, arquitecto, crítico e professor que conhece bem o homem e a obra, e que com ele conversou longamente para o livro Reescrever o Pós-moderno, onde entrevista também outros arquitectos que marcaram o Portugal das décadas de 1970/80. “Pancho Guedes sempre foi, paradoxalmente, muito arquitecto, mas a arte moderna, e o surrealismo em particular, eram a sua maneira de ver o mundo. A arquitectura era a ferramenta, mas era a arte o horizonte.”

Amâncio d’Alpoim Miranda Guedes, mais conhecido como Pancho Guedes, nasceu em Lisboa em Maio de 1925, mas mudou-se ainda criança para África, onde aliás tem grande parte da sua obra construída. O pai, médico, levou-o primeiro para São Tomé, mas foi Moçambique e, depois, a África do Sul que se revelaram determinantes no seu percurso.

Definir a sua arquitectura é coisa que exige muitas referências e adjectivos, explica Jorge Figueira, crítico do PÚBLICO, isto porque Pancho Guedes não tem uma forma de fazer única, achando que podia mudar de estilo como mudava de roupa, sendo muitos personagens – muitos arquitectos – ao mesmo tempo. "Não há nada de vulgar no Pancho Guedes. Tudo nele é desconcertante e feito para desconcertar. A sua arquitectura tem muitas lá dentro, muitos estilos, muitas linguagens. É claro que é moderna, mas essa é apenas uma delas. Confiná-la a uma categoria é demasiado redutor e esquemático. É renunciar ao que ela foi. É negar o próprio arquitecto."

Não é, por isso, de estranhar, que Pancho Guedes dissesse ter 25 estilos e que, para falar de determinado edifício, começasse muitas vezes pelo desenho ou pela pintura, contando sempre histórias como quem quer cativar a atenção de uma criança. “Tudo depende do que se sonha”, dizia numa visita à primeira retrospectiva que teve em Portugal, quando fizera já 84 anos (Museu Berardo, Lisboa, 2009).

Absolutamente experimental
Nessa exposição, comissariada por um dos seus quatro filhos, o arquitecto Pedro Guedes, mostraram-se muitos dos projectos mais icónicos deste arquitecto que sempre quis ser pintor e que era também um grande coleccionador de arte africana.

Entre eles estavam, por exemplo, o edifício que ficou conhecido como O Leão que Ri, construído em 1958 na então Lourenço Marques, actual Maputo. É nesta cidade, aliás, que Pancho Guedes deixa grande parte da sua obra. “Ele é um dos arquitectos da Lourenço Marques moderna”, diz Jorge Figueira, lembrando que para ela projectou blocos de apartamentos, igrejas, conventos, escolas, estações de serviço.

Outro dos edifícios a destacar no portfólio deste arquitecto que também tem obra construída na África do Sul e no Zimbabwe, é a Igreja da Sagrada Família (1964), na Machava, área residencial nos arredores de Maputo.

Por vezes, admitiu na mesma visita à exposição do Museu Berardo, as suas propostas, que formam um corpo de trabalhos que via como uma “família” com “bicos e dentes, com vigas rasgando os espaços em redor, inventados como se algumas das partes estivessem prestes a separar-se e a estatelar-se no chão”, assustavam os clientes. O que parecia diverti-lo. “Tinha um sentido de humor incrível e trabalhava sem rodeios, sem restrições.” O seu espírito, como a sua arquitectura, era aventureiro, diz Figueira. “A arquitectura que faz em Lourenço Marques entre os anos 1950 e 70 é absolutamente experimental, é completamente livre.”

Uma liberdade que condizia com uma certa maneira “anarca” de ser e que encontrava no surrealismo, certamente uma das suas principais influências – “era um apaixonado por Man Ray e Dalí” -, um território de continuidade. “Nele a arquitectura e as artes confundiam-se, misturavam-se para criar coisas novas. Ele não fazia distinções entre uma e as outras”, garante o crítico de arquitectura, descrevendo-o como um não-alinhado, que Portugal só veio a redescobrir na década de 80 e que só resgatou verdadeiramente nos últimos dez anos.

Pancho Guedes, defende, foi pouco amado no país em que nasceu porque “não era um arquitecto de esquerda quando se pediam arquitectos de esquerda”. Conservador, anarca, sempre se manteve muito crítico em relação ao processo de descolonização e nunca o escondeu. “É por causa disso que a sua obra em Moçambique não continua pós-revolução – o contexto em que ele trabalhava, as suas ligações, desaparecem.” É aí que se muda para a África do Sul com a mulher, Dori (Dorothy Ann Phillips), e os filhos.

Uma das particularidades deste “homem encantador”, acrescenta Jorge Figueira, era o facto de continuar a trabalhar no desenho e na maquete de determinado edifício mesmo depois de este estar já construído e em funcionamento. “Esta capacidade de voltar a olhar para o que fez e de mudar o que fez é uma das suas características mais importantes. Ele está sempre a querer fazer melhor.”

“Homem desmultiplicado e feliz”, assim o descreve o crítico que desde 2005 nunca perdeu o contacto com este arquitecto e pintor que vinha a Portugal com alguma regularidade, para se instalar na casa que mantinha na Eugaria, nos arredores de Sintra, Pancho Guedes deixa, sobretudo, uma obra “sem condicionantes”, modernista antes dos modernistas e muito mais do que isso.

Obituário: Pancho Guedes, um arquitecto heterodoxo e desconcertante

27.9.15

La arquitectura moderna del Colegio San Luis de Antofagasta en 1963: Campusano + Puebla


Portada y contraportada del Anuario del año 1963 del Colegio San Luis de Antofagasta. © Archivo Antieditores.

El anuario de 1963 del Colegio San Luis de Antofagasta, hecho en la Litografía Stanley en Santiago de Chile, utilizó en sus portadas una amplia fotografía en blanco y negro de los edificios que de calle Ossa y Baquedano.

En orden de izquierda a derecha:

1. Un volume angosto y más claro con una terreza cubierta, es la construcción más antigua del conjunto, se trata del edificio ecléctico que diseñó en 1925 el arq. Homero Lois Fraga y que luego fue modernizado por el arquitecto Alfonso Campusano Núñez, autor del edificio que le sigue

2. El edificio diseñado por Campusano arma la esquina con una curva, su lenguaje es moderno, de líneas horizontales que recuerda la arquitectura aerodinámica del alemán Erich Mendelsohn. Fue proyectado en 1944 y se terminó en 1952. La cubierta es una terraza habitable.

3. El nuevo edificio (1963) en obras por calle Ossa, lo realizaba la constructura Neven Ilic, cuyo arquitecto usualmente era Sergio Puebla Leeson. El edificio sigue las líneas del edificio de Campusano, pero incorpora quiebrasoles y celosías.

17.11.14

Algunos trabajos del precursor ilustrador antofagastino Rafael Alberto López


1925, febrero, ilustración de Rafael Alberto López de la Srta. Violeta Urizar en la portada de La Ilustración. © Archivo Gabriel Amengual/Claudio Galeno.


1929, Portadilla ilustrada por Rafael Alberto López del Catálogo Chile en Sevilla. © Sylvia Dummer.


1931, Retrato de la señora Jara Letelier realizado por Rafael Alberto López, expuesto en el Salón de los Independientes en el Museo de Bellas Artes en Santiago. © Asociación de Artista de Chile/DIBAM.


1940, portada ilustrada por Rafael Alberto López para el libro El País de los Sueños de Adolfo Montiel Ballesteros. © Moises Hasson.


1965, portada ilustrada por Rafael Alberto López para la revista Pampa. © Archivo Claudio Galeno.

15.6.14

Antofagasta: planificación urbana retroactiva


Geografía urbana, determinantes sectorización. Fuente: D.U.R. Antofagasta, 1967.

Vía Agenda Antofagasta.

Por Claudio Galeno Ibaceta

En la actualidad de Antofagasta se están abordando varios temas muy relevantes en torno a la planificación urbana: un transporte público de vanguardia, el rescate del patrimonio, la escasez de vivienda, el destino del vertedero, o las funciones del puerto, entre otros. Esta nueva formulación de estrategias y desafíos se desarrolla luego de que la opinión pública nacional fijara su mirada en Antofagasta a partir del fructífero Plan Bicentenario que logró conjugar acciones de instituciones públicas y privadas.

Pero habría que aclarar que la ciudad desde sus primeros años, y en su acelerado desarrollo, fue gradualmente siendo planificada.

Un periodo de madurez, fueron los años cincuenta y sesenta, marcados por dos hitos: el primer plan regulador realizado por Jorge Poblete, Julio Mardones, Sergio González y Gonzalo Mardones a partir de 1956 y terminado en 1965; y el estudio pre-inversional para el “desarrollo urbano regional” de 1967-1968, que realizó un equipo multidisciplinario liderado por Emilio Duhart, Juan Casanova, Helio Suarez y Walter Witt, un documento en dos volúmenes que determinó las directrices de muchas de las acciones que se fueron concretando hasta la actualidad.

Antes de ellos hubo otros, y entre los cuales destaca el plan de 1934 que muestra ensanches hacia el sector de las actuales unidades vecinales Salar del Carmen, Pablo Krugger, Favorecedora y Gran Vía. Sin embargo, un plan de 1925, ya revelaba las intenciones de crecer hacia el norte luego de los patios de ferrocarril y hacia el sur luego del antiguo Club Hípico (actual Estadio Regional).

El plano guía publicado por Roberto Bertini en 1914, realizado por Luigi Verga Abd-El-Kader estaba destinado a orientar sobre el comercio, pero revela un dato muy interesante, un trazado sobre el puerto artificial que ya se anhelaba construir desde 1913 (recién en 1918 ganó la concesión Luis Lagarrigue).

En 1903 hubo varios planos que permiten comprender un debate en torno a la forma urbana del entorno de la Avenida Brasil, de como debería seguir la trama de las manzanas hacia el sur, en diagonal o con el orden de los puntos cardinales. Además se acusa el futuro desplazamiento de la vía del ferrocarril desde la actual Av. Argentina hacia el límite oriental de la ciudad que implicó la reubicación del hospital.

El plan de 1895 de Nicanor Boloña, si bien no muestra planificaciones, revela muy bien un momento de organización nuclear y que se ha desarrollado en torno a su centro histórico con 34 edificios o espacios públicos de relevancia.

El capitán de fragata Francisco Vidal Gormaz, luego del inicio de la Guerra del Pacífico, levantó en 1880 el asentamiento, su fondo marino en torno a la poza y algunos aspectos geográficos y referencias en el paisaje. Ese registro exhibe los pequeños ensanches de esos años, en el actual barrio Estación y en torno a la Plaza Sotomayor. También muestra la consolidación del ensamblaje del ferrocarril con la urbe que venía desarrollando el ingeniero Josiah Harding.

Por último, dos planos definen el inicio del ensamblaje de la ciudad de servicios con la ingeniería del transporte de la Revolución Industrial. El plano de 1873 de Adolfo Palacios, revela dos temas, uno el trabajo de Harding que está proyectando el ferrocarril hacia el desierto, pero que tiene repercusiones urbanas produciendo un ensamblaje de ciudad y vías férreas. Además, entre los sitios destacados figura una casa fotográfica, un medio artístico que acompañó la industrialización por sus aspectos químicos y ópticos, y que se asentó con propiedad en el registro del desierto de la mano de técnicos extranjeros.

Finalmente, el plan de fundacional de José Santos Prada, de 1869, en el cual incidió el británico George Hicks, para que las calles fueran anchas, de 20 varas, previendo que la ciudad tendría gran futuro y que las calles albergarían un gran número de vehículos, lo que contribuyó a que las amplias vías cumplieran el rol de corta fuego en los incendios.

3.4.14

Nicolás Gonzáles Paredes. Portada de La Ilustración, Antofagasta, 25 de enero de 1925.


Portada de La Ilustración del 25 de enero de 1925. La gráfica fue realizada por Nicolás González Paredes luego de un concurso que realizó el semanario dirigido por León Pezzutti.
© Archivo Claudio Galeno.

17.2.11

Steve Jobs gana la batalla contra la arquitectura patrimonial y demuele la Casa Jackling

Demuelen la Casa Jackling a pesar de los esfuerzos de la agrupación preocupada de su preservación: Friends of the Jackling House. Con esta acción contra el patrimonio de Los Ángeles, queda claro que para Steve Jobs, el mago de Apple, el patrimonio no tienen ningun valor, y debe ser demolido para satisfacer su ánsia de destrucción. Es curioso el proceso, ya que no le gustaba la casa, pero la compró, y luego la odió, ¿pero porque no la donó o vendió?

Además de esta brutalidad, la cosa se vuelve perversa cuando desarrolla una aplicación para el Iphone que se llama iSplode para detonar los explosivos de la demolición desde su propio telefono.


© Woodside History Committee/Friends of the Jackling House

A continuación dejo la noticia escrita por Rocío Ayuso desde Los Ángeles para el periódico El País sobre este absurdo:

Steve Jobs gana la batalla contra la arquitectura

El co fundador de Apple consigue que se apruebe el derribo de su mansión, de 1925, para hacer una casa más moderna

ROCÍO AYUSO - Los Ángeles - 17/02/2011

Más pequeño y moderno. Esas son las máximas de Steve Jobs, el co fundador de Apple capaz de aplicar su filosofía más allá de los productos Mac a su propia casa. Jobs se salió con la suya al comenzar esta semana las obras de demolición de su mansión, construida en 1925, para erguir en ese mismo solar lo que será una casa más pequeña y moderna. La batalla de la que este lunes salió victorioso le tuvo en guerra durante la pasada década contra la Sociedad Nacional para la Preservación Histórica, organización estadounidense dedicada a proteger edificios de interés histórico. La mansión de estilo español que el cerebro detrás de Apple compró en la década de los 80 fue construida por George Washington Smith, arquitecto popular en esta área de San Francisco (EEUU), para el magnate de aquella época Daniel Jackling, quien hizo su fortuna con el cobre.

La casa Jackling, como se la conocía popularmente, tenía 14 dormitorios y 1.600 metros cuadrados habitables. Sin embargo, se pasó los últimos diez años deshabitada mientras Jobs conseguía los permisos de demolición que le fueron denegados con anterioridad ante el recurso presentado por la asociación arquitectónica. "Jobs sabía el significado histórico (de la mansión) y no hizo caso", comentó un portavoz del grupo sobre una demolición que consideró "desafortunada". Por el contrario, Jobs definió la que ya no es su casa como "una de las mayores abominaciones arquitectónicas" que conocía.

Los abogados de Jobs sólo han confirmado el proceso de demolición, pero no los nuevos planes de construcción. Algunos elementos de la casa ya destruida, como los azulejos estilo español y árabe que la decoraban, serán rescatados, informó la asociación.

La mansión de Jobs sólo es un nuevo ejemplo de una larga lucha entre las diferentes organizaciones a favor de conservar la corta historia arquitectónica de California frente a los avances urbanísticos y estéticos. La actriz Diane Keaton está en el otro lado de esta lucha, parte de la Sociedad para la Conservación de Los Ángeles y encargada de varias renovaciones en el área. "Es de vital importancia, especialmente en California, reconocer nuestras maravillas arquitectónicas, hogares por lo general de estilo español construidos en la década de los 20, 30 y 40", recordó la intérprete recientemente. Antes de la demolición de su mansión, Jobs recibió dos ofertas para que la casa fuera trasladada a otra ubicación pero el magnate de la informática y los interesados en salvar el edificio nunca consiguieron llegar a un acuerdo.